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Pra ser honesto..eu acho Riverside uma das melhores bandas da atualidade.
Vale a pena conferir...banda de metal progressivo da Pôlonia...altamente indicado pra fans de bandas como Opeth, Porcupine Tree e Pain Of Salvation.
Eles acabaram de lançar um novo álbum, e aqui estão algmas impressões que tive a respeito do álbum.
A banda polonesa de metal progressivo Riverside chega a um nível musical muito alto com seu novo álbum Anno Domini High Definition.
Vale a pena conferir...banda de metal progressivo da Pôlonia...altamente indicado pra fans de bandas como Opeth, Porcupine Tree e Pain Of Salvation.
Eles acabaram de lançar um novo álbum, e aqui estão algmas impressões que tive a respeito do álbum.
A banda polonesa de metal progressivo Riverside chega a um nível musical muito alto com seu novo álbum Anno Domini High Definition.
Mariusz Duda (baixo e vocal), Piotr Grudziński (Guitarra) , Piotr Kozieradzki (bateria) e Michał Łapaj (teclado) mostram nesse novo CD uma boa evolução em suas composições em relação ao seu aclamado antecessor Rapid Eye Moviment de 2007.
Embora o CD não seja exatamente conceitual, todas as músicas têm como tema central questões do mundo moderno atual. Uma curiosidade é que muito do trabalho está em torno do número 4: Além do título ser formado por quatro palavras, o álbum tem exatos 44 minutos e 44 segundos de duração.
A primeira música Hyperactive já mostra mudanças sensíveis na banda, sendo possivelmente a faixa mais pesada já gravada pelo grupo desde seu primeiro álbum de estúdio Out Of Myself de 2004.
A faixa seguinte, Driven To Destruction, continua com um bom ritmo, com longos trechos instrumentais, solos de guitarra e mudanças variadas de tempo. É bom dizer que a banda não perdeu totalmente sua identidade, e continua com passagens que remetem aos seus trabalhos anteriores.
Porém, aliado a isso, a banda conseguiu trazer novos elementos para suas composições, como uma influência mais forte do rock da década de 70 , principalmente nas linhas de teclado. Mariusz está cantando de forma um pouco diferente nesse álbum, usando em sua voz um tom levemente mais grave do que em suas últimas performances.
A faixa Egoist Hedonst merece destaque, a excelente composição traz até um momento de “Big Band” em determinado ponto, depois, entra numa passagem bem atmosférica e o final chega a lembrar bastante o também grupo de metal Opeth.
O álbum fecha com as duas faixas mais longas do álbum, Left Out (cerca de 11 minutos) mostra mais uma vez a influência de bandas de rock como o Deep Purple, principalmente pelos timbres de teclado escolhidos, mas sem deixar de ter o estilo que o Riverside tem de lado.
A última faixa, Hybrid Times (a mais longa com quase 12 minutos) tem alguns vocais bem agressivos , alguns até berrados, passagens que exploram bem todos os instrumentos, riffs pesados e teclados bem encaixados.
A arte gráfica ficou mais uma vez ao cargo de Travis Smith , responsável também pelos outros três lançamento do grupo, e conhecido por seu trabalho com nomes consagrados como o Death, Tarja, King Diamond entre outros.
O Riverside mostra com esse bom novo trabalho que continua evoluindo e que se continuar nesse caminho, tem tudo para logo ganhar um maior reconhecimento pelo mundo.
Para mais informações:
Muito bom o texto Kepper, depois você poderia escrever sobre a minha banda, hahahahahaha!!!!!! Depois entra no meu blog, se quiser você também pode participar dele, olhodotorcedor@blogspot.com
ResponderExcluirFalou!!!